Wythe Hotel simplesmente deslumbrante

Não há cidade como ela. Pulsa e vive a um ritmo único que deixa estonteados quem por ela, irremediavelmente, se apaixona. Falamos de Nova Iorque, morada de um hotel simplesmente deslumbrante, o Wythe.

Vamos descobrir o Wythe bem no coração do Brooklyn, na zona de Williamsburg. Composta por oito pisos, a unidade hoteleira aclamada por todos como de excelência está instalada num antiga unidade fabril têxtil, datada de 1901. Auto apelidado de um espaço cool (arriscamos a traduzir para com muita “pinta”), o hotel surpreende quem chega pela perfeita noção que transmite de saber onde está e quem deseja atrair.

O trabalho de conversão da fábrica em unidade hoteleira foi cuidadoso e meticuloso. O edifício de tijolo vermelho ganhou com o correr dos trabalhos até ao final do processo, uma aura de espaço muito especial, onde o passado se encontrava com o presente sem ser por ele abafado.

No hotel surgem 70 aposentos, cada um convertido em zona de tranquilidade e comodidade, espaços onde sabe bem chegar e descansar após um dia (ou noite) de aventuras pela cidade que nunca dorme. Na verdade, e devido à sua localização, o hotel apela a que se regresse a ele extenuados, sendo que ele estará de braços abertos para nos acolher, com muita simpatia e a promessa de conforto. Na verdade não precisamos de muito mais para recuperar as forças…

Magical place

Estas palavras, que até podiam ser o título deste texto, refletem bem aquilo que no fundo é o Wythe: um hotel mágico que se entranha em nós como dos melhores por onde passámos. Tudo ali nos encanta, desde a entrada, passando manutenção das originais vigas em pinho, a alvenaria, até às janelas em arco e as colunas de ferro fundido. Todos estes aspectos testemunham o quão bem preservado está o original edifício de arquitectura industrial, pelo que em nada nos espanta o imediato sentimento de paixão que por ele sentiram os actuais proprietários, sentimento extensível a quem nele trabalha ou que o visita.

Das suas janelas a vista sobre Manhattan deslumbra! E atenção, pois praticamente todos os aposentos proporcionam esta experiência inesquecível. Nas paredes é o papel que chama a atenção, pois percorre-as envolvendo-as num misto de beleza e muito requinte. Efectivamente, a escolha do papel de parede é de tal forma bem conseguida que é ele que «veste» o ambiente dos espaços, dispensando outros elementos, como quadros e adornos. De referir que o papel de parede foi desenhado por Dan Funderburgh.

A herança industrial está bem visível na decoração do hotel, que elaborada pelo atelier Workstead Archicteture and Design Projects, incorpora elementos originais da antiga fábrica, conjugando e harmonizando-os com toques de modernidade. O resultado não podia ser melhor…ou mais elegante.

Na verdade há muito para gostar no Wythe, mas os Band Rooms não passam despercebidos a ninguém, nem que seja pelo facto de estarem equipados com vários beliches, o que lhes atribui um ambiente muito interessante. De facto, o hotel trouxe à área onde está instalado um toque de luxo, pois bastante solicitado para a realização de eventos, fez com que toda a Nova Iorque percebe-se as características especiais e únicas da zona de Williamsburg.

Com Manhattan ao fundo

Outra das mais-valias da unidade hoteleira são as pessoas, primeiro as que integram o satff, que atenciosas e solicitas satisfazem qualquer pedido ou questão dos hóspedes de sorriso no rosto, depois as que o visitam, seja no âmbito de um estadia ou de uma visita aos seus espaços públicos, com evidente chamada de atenção para o restaurante e o bar. Aliás, estes são dois espaços que fazem já parte do roteiro das pessoas mais trendy e cool da Big Apple. Artistas, designers, músicos, arquitectos, gente ligada às artes são frequentadores assíduos tanto do bar The Ides como do Reynard Restaurant. Quase podíamos afirmar que este último tem duas vidas: uma calma e tranquila durante o dia, outra agitada e muito animada quando a noite chega, pois é nessa altura que se enche de gente desejosa por saborear uma boa refeição num dos espaços gastronómicos mais trendy da cidade. Depois, bom, depois é viver o ambiente do bar e deixar-se levar pela música e pelo convívio.

Por Sandra M. Pinto

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