Viaje até aos 7 locais mais remotos do mundo

A momondo apresenta sete dos lugares mais longínquos e verdadeiramente únicos na sua essência, onde lhe cabe apenas despertar esse lado mais aventureiro, fazer as malas e partir para uma viagem épica.

Tristão da Cunha – Território Ultramarino Britânico de Tristão da Cunha

Emergido do mar, Tristão da Cunha é o arquipélago ideal para os que se dizem amantes da natureza. Desde a subida ao pico do vulcão Queen Mary’s Peak a 2062 metros de altura ou um passeio nas margens para ver pinguins, baleias e golfinhos, o que não lhe pode faltar neste roteiro é um bom par de calçado, uma máquina fotográfica e espírito aventureiro para tornar tudo possível. Porque recordar é viver, não deixe de registar a beleza da ilha com os seus amigos e presenteie-se nas lojas locais onde poderá obter artesanato único e lembranças intemporais.

Oásis Siwa – Deserto Ocidental, Egipto

Situado no coração do deserto egípcio, o Oásis Siwa faz-se deslumbrar com a sua história e cultura, permitindo-lhe desvendar-lhe os seus recantos mais autênticos. Situado a quase 600 quilómetros de Cairo, Siwa detém uma espantosa abundância de águas cristalinas, como o caso da piscina natural de Cleópatra, onde poderá refrescar-se nas tardes mais quentes enquanto desfruta de um Chá Egípcio de Siwa (um chá vermelho local) e tâmaras. A partir da povoação encontrará, ainda, a aldeia vizinha de Aghurmi, onde poderá contemplar o Templo do Oráculo de Amun.

Ilha Macquarie – Austrália

A meio caminho entre Austrália e a Antártida poderá encontrar a Ilha Macquarie, isolada por 1500 quilómetros de oceano, mas protegida pelos seus verdadeiros governadores: um bando de 850.000 pares de Pinguins Reais que, a deambular pela costa, espera por si. Mas atenção: aproxime-se sempre com cautela, evitando o contacto, em prol da conservação. Se for amante de animais, há mais boas notícias: os majestosos elefantes marinhos fazem-se soar entre as margens e certamente lhe darão as boas vindas.
Pelo seu importante significado ambiental, a UNESCO declarou a ilha e os seus habitantes como Património Mundial.

Oymyakon – Sibéria, Rússia

Gosta de ir de férias para a? E se for para a aldeia mais fria do mundo? Agrada-lhe? Se assim for, então Oymyakon é o local ideal para si. A aldeia tem cerca de 500 habitantes e, além das paisagens frias com temperaturas negativas a atingir os -60°C, permite-lhe desfrutar de expedições de pesca no gelo e de caça a renas. Para aguentar os seus invernos radicalmente frios não pode deixar de experimentar as termas naturais para, entre uns bons mergulhos, se aquecer. Não se preocupe que o calor do verão, quando chega, consegue alcançar os 30°C, tornando os dias mais agradáveis.

Floreana – Equador

Se pensa escapar para o Equador, não pense duas vezes e vá para as Ilhas Galápagos. Leve o seu snorkel, faça um cruzeiro da ilha principal de San Cristobal e descubra o paraíso que Floreana pode ser. Com diversas maravilhas naturais, uma visita ao Devil’s Crown, um cone vulcânico colapsado, é obrigatória se quer mergulhar entre tubarões, leões marinhos, tartarugas do mar, enguias e uma grande variedade de peixes. Se prefere apanhar sol, visite a Praia da Farinha, em Punta Cormorant, onde encontrará uma areia fina de coral esmagado, ou a Praia de Areia Verde que certamente lhe valerá uma boa fotografia.

Socotra – Iémen

Não é sem motivo que Socotra, a cerca de 400 quilómetros do Iémen, é conhecida como a “ilha da felicidade”. Pertencente à lista de Património Mundial da UNESCO, em Socotra encontrará 600 aldeiras de casas aglomeradas e, mais importante, uma natureza diferente de qualquer outro local. Habitada por árvores de tirar o fôlego, a mais incrível é o Dragoeiro que, com a sua forma de guarda-chuva e ramos que parecem veias, o deixará completamente rendido. Poderá ainda nadar com barracudas e raias, explorar as profundezas da Geuta Halah ou fazer surf.

Longyearbyen – Svalbard, Noruega

E que tal fugir às temperaturas amenas que se fazem sentir e dar um pulinho à cidade mais a norte (e fria!) do mundo? Conhecida pelas suas renas, raposas e os famosos ursos polares, Longyearbyen tem muito a oferecer. Se se sentir perdido, não há problema: a Igreja de Svalbard em Gamle Longyearbyen, parte da Cidade Velha, permite-lhe voltar atrás no tempo através do relógio solar vizinho, já que o sol da meia-noite (um sol que nunca se põe) flutua sobre a cidade durante o Verão, entre Abril e Agosto.
Se o plano for visitar a cidade nos finais do mês de outubro, não deixe de combater o frio com a presença no festival Dark Season Blues que marca o início da estação escura, quando a luz do dia e do sol se preparam para deixar Svalbard por quatro longos meses de inverno.

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