Seis vinhas europeias que vale a pena conhecer

A autora de viagens Sara Macmillan seleccionou as seis melhores vinhas europeias. E uma delas é portuguesa. Se é apreciador de vinhos, coloque-as na sua bucket list.

 

 

Chateau Portier, Beaujolais, França 

Há uma tour que ensina sobre os diferentes tipos de Beaujolais e a história turbulenta que vem com eles, numa visita guiada. 18 quilómetros no cruzeiro de rio do porto de Mâcon. A vinha pertence a Moulin à Vent e produz os vinhos procurados. Um moinho do séc. XV ainda olha o horizonte e está na família à mais de 150 anos, com o castelo do séc. XIX, comprado há 10 anos.

Schloss Johannisberg, Rudesheim, Alemanha

Com os primeiros registos a datar 817, o estado é conhecido pelo seu Riesling. A vinha foi fundada por um mosteiro Beneditino e por mais de 12000 anos foi o centro da vinicultura na região de Rheingau. O grande palácio foi construído em 1716, bombardeado em 1942 e restaurado em 1965. Pode visitar a livraria subterrânea com a mais velha garrafa da vinha, e provar as melhores colheitas.

Maison M. Chapouter, Tain L’Hermitage, França

Esta vinha tem cerca de 200 anos, está no vale de Rhône e é guiada pelo lema da família «faz e tem esperança». Os vinhos produzidos são o Hermitage, Côte Rôtie, Chateauneuf du Pape, Saint-Joseph, Crozes Hermitage e Luberon, todos com técnicas orgânicas e biodinâmicas. Pode provar os vinhos na sala da Maison que tem os diferentes solos e pedras da vinha à vista. Em Agosto, pode ir ao cruzeiro de rio da Wine Series.

Château Lagrange, St. Julien, Bordéus, França

Alguns dos vinhos tintos mais famosos do mundo estão aqui, na margem esquerda do Gironde, perto da cidade de Bordéus e do Atlântico, com quatro grupos de plantações. St Estephe, Pauillac, Margaux e St Julien, com 110 hectares.

Quinta da Aveleda, Penafiel, Portugal 

205 hectares com o melhor Vinho Verde nacional. Tem jardins belos e as vinhas são geridas pelos Guedes há mais de 300 anos. Com árvores raras, flores, plantas e prados com lagos, e até montanhas à volta, o gosto é leve e acompanhado com bom queijo. A tour vai de Caldas de Aregos no cruzeiro de rio do Douro.

Château de la Riviere, Fronsac, Bordéus, França

Cruzeiros de rio que passam por Libourne, e a cinco quilómetros Fronsac – pode alugar um carro ou apanhar um táxi. Além das vinhas, tem adegas subterrâneas antigas, em labirinto, com notas escritas dos membros da resistência francesa.

 

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