Road to Mandalay: uma viagem memorável

Um luxuoso barco que, pelas águas do rio Ayeyarwady, dá a conhecer a riqueza, fé e simplicidade de uma civilização com mais de 2500 anos, falamos do Road to Mandalay.

Ao chegar a Myanmar são muitas as emoções que os visitantes sentem. Pelo seu espírito atravessam-se as mais diferentes ideias e baralham-se os sentimentos. Envolto em mistério, este extraordinário país povoado por gente tímida de olhar doce e profundo, deixa todos profundamente impressionados.

Quem chega a Myanmar pode viajar pelas diferentes cidades, descobrindo sempre lugares formidáveis, mas pode desfrutar de um cruzeiro inesquecível a bordo do Road to Mandalay. Qual hotel flutuante, o Road to Mandalay percorre e desvenda o Ayeyarwady, que, mais do que um rio, é, no fundo, o coração deste país.

Yangoon ou Rangoon, porto de embarque no cruzeiro, é a primeira paragem dos viajantes. A cidade conserva a beleza de outras eras, de outra cultura, de outras tradições: a magia da arquitectura dos velhos tempos deixada pelos ingleses; as ruas largas de árvores esplendorosas; os jardins românticos; os mercados “Scott Market”, cheios de gente, onde legumes, peixe, flores e frutos enchem as coloridas bancadas. Ao contrário dos mercados a que estamos habituados, ali não se ouvem gritos ou vozes exaltadas, porquê? Porque em Myanmar ninguém eleva a voz.

Ao percorrer as ruas, os turistas admiram ao longe cúpulas de templos e pagodes. Os locais informam que existem mais de dois mil espalhados pela cidade e arredores, o que faz aumentar a expectativa dos descobridores modernos, que querem ver, saber e sentir tudo.

Shwedagon é o mais espectacular e imponente pagode, que deixa qualquer verdadeiramente impressionado com as suas dimensões desmesuradas e a cúpula central revestida de pedrarias. Depois há os mosteiros, sim esses mesmos, morada dos monges budistas envoltos em trajes de túnicas coloridas onde reina um silêncio total.

No interior do território, a paisagem muda e os viajantes têm a ocasião de ficar a conhecer melhor este povo simultaneamente misterioso e cativante. No cenário verdejante dos campos de arroz, pontuam as casas típicas de madeira suspensas por estacas e as pessoas que trabalham no campo sempre com a cabeça coberta com os típicos chapéus cónicos.

Por este rio acima

É da cidade de Bagan que o Road to Mandalay levanta amarras. Na hora do embarque a luz intensa e branca envolta pela neblina, quem sabe por culpa do calor que por aqueles lados se faz sentir, origina uma atmosfera que podemos apelidar de mística. Recebidos pela tripulação do Road to Mandalay, os viajantes são depois encaminhados para o interior do barco, onde o ar condicionado ameniza as temperaturas.

Os camarotes são agradáveis e bastante espaçosos, com janelas rectangulares de grandes dimensões que permitem admirar a paisagem extraordinária. As refeições são tomadas na sala de jantar, também ela repleta de panorâmicas janelas em madeira de teca trabalhada. As ementas propostas no Road to Mandalay não ficam a dever nada aos mais requintados restaurantes de uma qualquer capital europeia, surgindo uma gastronomia magistral, perfeita conjugação dos sabores e paladares euro-asiáticos.

Ponto de encontro, o deck superior do barco acolhe quem chega com uma agradável lufada de ar quente, o que faz com que os olhos recaiam na convidativa piscina e nas cómodas chaise-longues que ali se encontram. É um conforto permanente aquele que se vive a bordo do Road to Mandalay, o qual navega lentamente para que os passageiros possam admirar a paisagem. Nyaungon, a norte, é a primeira paragem. A visita incide sobre um mosteiro com mais de mil anos, que oerdido no espaço e no tempo, é habitado por um único monge

No Road to Mandalay existem tem 72 cabinas de luxo, todas com ar condicionado, televisão, telefone e vídeo, diversas salas e uma biblioteca. Viaja-se durante a noite pelo que na manhã seguinte o barco chega a Mandalay, a cidade mais a norte, antiga capital da Birmânia, hoje Myanmar, fundada no século XIX. Terra de paisagem verdejante a perder de vista, também ela se encontra repleta de templos e pagodes.

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