Programa Revive chega a São Tomé e Princípe

Até ao momento, foram identificadas oito roças, com o objetivo de recuperar património histórico com ligação à lusofonia.

O programa Revive vai dar o salto para África. Portugal assinou, na passada quarta-feira, o primeiro acordo internacional do programa Revive com São Tomé e Príncipe, para dar uma segunda vida a património cultural e histórico devoluto naquele país, através da concessão dos imóveis a privados para o desenvolvimento de projectos turísticos.

Até ao momento, foram escolhidos oito edifícios em São Tomé, nomeadamente antigas roças de cacau e café, com potencial para integrar o programa, mas o objectivo é alargá-lo a todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Esta nova fase do Revive pretende recuperar património histórico com ligação à lusofonia.

Na semana passada, o administrador do grupo hoteleiro Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida, adiantou à Lusa que “vai analisar” o concurso. “Vamos analisar para ver o que é que nos pode interessar das roças de São Tomé”, disse.

Criado em 2006, o Revive é um programa conjunto dos Ministérios da Economia, Cultura e Finanças, que pretende valorizar e recuperar o património sem uso, reforçando a atractividade dos destinos. Em Portugal, dos 33 imóveis identificados, 16 já têm concursos lançados e sete estão concluídos.
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