O que não deve (mesmo) perder no festival Muro

Durante quatro dias, a freguesia do Lumiar, em Lisboa, vai acolher intervenções artísticas, oficinas, concertos e muito mais. O melhor de tudo: é grátis.

Intervenções artísticas, visitas guiadas, workshops de arte urbana, conferências, espectáculos de música, teatro, artes performativas e animação de rua. O Muro, festival de arte urbana, arrancou esta quinta-feira na freguesia do Lumiar, em Lisboa.

Sob o tema música, a terceira edição do evento, que decorre até domingo, pretende explorar “a toponímia da zona de intervenção, onde estão presentes muitos nomes de cantores, compositores e instrumentistas, existindo inclusive uma Alameda da Música”, explica a organização.

Num total de cerca de sete mil metros quadrados, as intervenções artísticas serão realizadas entre a Estrada da Torre, o Bairro da Cruz Vermelha e a Rua José Cardoso Pires. As obras estarão a cargo de artistas de diversas nacionalidades, entre os quais: costah, Flix, Fulviet, Glam (PT), Miguel Brum, Mosaik, Muzai, MynameisnotSEM, NSN997, Ozearv, Pantónio, Peeta, RAF, Regg, Samina, San Spiga, Tamara Alves, Third, Tufer, Utopia, a Agência Calipo e LUX.

“A regeneração e valorização do espaço público e a sua apropriação por parte da população residente são a base das acções programadas”, acrescenta ainda.

 

Organizado pela Galeria de Arte Urbana da Câmara Municipal de Lisboa, o festival Muro conta, nesta edição, com a parceria da Junta de Freguesia do Lumiar, da Gebalis e de várias associações locais. Consulte o programa completo aqui.

Percorra a galeria abaixo e saiba o que não deve perder neste festival de street art:

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