Londres em família

Visitar Londres é sempre um motivo de enorme alegria. Em família, essa alegria é repartida por todos, tornando a jornada bem mais intensa e claramente memorável. De mapa na mão, com os spots a conhecer bem definidos e a reserva de casa feita com a Homelidays, era hora de partir à aventura.

A excitação toma conta de todos e cresce à medida que somos informados, ainda em Lisboa, do atraso do avião que nos levaria a Londres. A custo lá nos contemos até que uma hora depois embarcamos, finalmente. Após duas horas de jornada aérea a chegada à capital inglesa é feita já noite escura. Conhecida pela chuva e baixas temperaturas, mesmo fora da sua época normal, Londres recebeu-nos com uma temperatura nocturna bastante amena. Esta é uma metrópole bela de dia e de noite, altura em que as luzes iluminam a escuridão trazendo um brilho muito especial a cada ex-líbris que tão bem conhecemos e apreciamos, como a London Bridge e a Tower of London que nos deram as boas-vindas. Conhecer Londres é um desejo de quase todos. Apesar dos mil e um roteiros escritos sobre a capital inglesa, quando se fala dos novos restaurantes, dos recém-estreados musicais, das inéditas exposições ou dos recentes projectos arquitectónicos, a cidade perde o seu porte conservador e clássico, para tomar a dianteira no mundo da restauração, do espectáculo, do design e da arquitectura. É a cidade preferida de muitos portugueses e uma das mais fascinantes metrópoles do planeta. Tem tudo para todos os gostos e há espaço para gente de todas as culturas, religiões e idades. Com uma área geográfica verdadeiramente monstruosa, Londres é um mundo imenso que, não poucas vezes, baralha os turistas. Para tentar resolver este “pequeno” problema nada como andar de mapa na mão! Mapa esse que deverá ser actualizado, pois a quantidade de novos locais na cidade a isso obriga. Para quem nunca a visitou revela-se surpreendente; para os que já a conhecem, mas voltam, é uma cidade a redescobrir. Tudo isto porque se tem vindo a renovar, constantemente. Londres é um mundo, mais ainda para os aficionados das compras, que nela encontram os locais perfeitos para dar uso ao cartão de crédito. É o caso do Harrod’s: não deve existir uma única pessoa que não o reconheça como o maior armazém do mundo, onde se pode encontrar de tudo. Outro dos locais mais concorridos para compras é o mercado de Covent Garden, que, situado no coração da cidade, é composto por dezenas de lojas, coffee shops e restaurantes.

Cosmopolita até mais não, Londres é uma cidade ao mesmo tempo conservadora e arrojada, orgulhosa do seu passado e das suas tradições, mas que deixa a porta aberta para tudo o que é novo e inovador.

Tanto para ver!

Há sempre um mundo de coisas para ver e fazer em Londres. Como o tempo não estica, tivemos que fazer as nossas opções. Desde os museus, aos monumentos, passando pelos jardins e mercados, os dias foram preenchidos por um mundo de fabulosas descobertas e saborosos reencontros. As memórias são muitas e intensas as quais não só nos vão acompanhar para sempre, como aguçam a nossa forte vontade de regressar…rapidamente!

London Eye dá uma volta em trinta minutos. Para os sortudos que a visitarem num dia solarengo, a panorâmica que oferece, num raio de 40 km, é única, alcançando não só a capital inglesa como os campos e montanhas que a rodeiam.

Museu Victoria & Albert

É o maior e mais bonito museu do mundo das artes decorativas. No seu interior encontra-se uma colecção de mobiliário que abarca exemplares desde o século XVI até à obra arrojada de importantes designers contemporâneos.

Palácio de Buckingham

Sede da monarquia britânica, é ao mesmo tempo escritório e residência, sendo também utilizado para diferentes cerimónias oficiais, como banquetes para chefes de Estado em visita ao país. Perto de 300 pessoas trabalham no palácio, entre os quais se incluem os funcionários da residência real encarregados dos assuntos oficiais e os empregados domésticos da rainha Isabel II.

Palácio de Westminster

Desde 1512 o Palácio de Westminster é a sede das duas Casas do Parlamento: a dos Lordes e a dos Comuns. O edifício em falso gótico foi idealizado pelo arquitecto vitoriano sir Charles Barry.

Big Ben

Instalado na torre de 106 metros que se eleva sobre o Parlamento, este sino de 14 toneladas, baptizado em homenagem a sir Benjamin Hall, director dos trabalhos de instalação, em 1858, anuncia, desde então, pontualmente as horas. É o maior relógio da Grã-Bretanha, tem 7,5 metros de diâmetro e o ponteiro dos minutos, de cobre, é oco e mede 4,25 metros de comprimento. As badaladas deste símbolo nacional tornaram-se num dos ex-líbris do país.

Abadia de Westminster   

Mundialmente famosa, no interior das suas paredes está um dos mais impressionantes conjuntos de túmulos e monumentos do mundo. Considerada parte igreja, parte museu nacional, a abadia ocupa um lugar único no coração dos britânicos.

Catedral de São Paulo  

Após a ocorrência do Grande Incêndio, em 1666, a catedral medieval de São Paulo ficou totalmente em ruínas. Christopher Wren foi convidado para a reconstruir, mas as suas ideias, arrojadas de mais para a época, não foram bem recebidas. Em 1675 foi aceite um plano menos rebuscado. A determinação deste artista valeu-lhe dividendos e foi confirmada a sua visão pela grandiosidade da actual catedral.

Trafalgar Square

Idealizada por John Nash, foi construída durante a década de 30 do século XX. A coluna de 50 metros de altura data de 1842 e é uma homenagem ao almirante Lord Nelson, a mais famosa personagem da Marinha britânica, morto na batalha de Trafalgar contra Napoleão, em 1805.

Kensington Gardens

É um dos menos conhecidos e um dos mais calmos jardins da cidade. É o local ideal para retemperar energias entre as correrias das compras e as visitas aos museus da zona.

Museu de História Natural

É neste famoso museu que se encontra em exposição tudo sobre a vida, desde a época remota dos dinossauros.

Onde ficar

Não sendo a nossa primeira vez na capital inglesa, decidimos escolher como opção de alojamento o aluguer de casa, algo que em Portugal não está ainda muito divulgado quando falamos em viagens ao estrangeiro. Prospeção de mercado realizada, fizemos a reserva junto da Homelidays, uma das empresas mais experientes no que a este assunto diz respeito. Localizada em Swiss Cottage, a casa que nos acolheu tinha como nome Garden Flat, por ser o apartamento que neste género de habitações londrinas tem acesso ao jardim e ao pátio traseiro da construção. No nosso caso, não podíamos ter ficado mais agradados, pois além do espaço de jardim propriamente dito, com árvores e flores, por ali encontrámos também uma área para refeições e outra zona de descanso. Sem esquecer que na maior parte do ano as temperaturas baixas e a chuva fazem parte da rotina da vida londrina, uma parte dessa área exterior está protegida por vidro, possibilitando o seu usufruto mesmo quando o tempo não é o melhor.

Composta por quatro assoalhadas, com três quartos, um deles suite com casa de banho e closet, sala comum e cozinha totalmente equipada, o imóvel pode acolher até seis pessoas, pelo que se revela uma excelente opção para famílias. Como já ninguém sobrevive sem as novas tecnologias, o imóvel possui telefone e Internet Wifi (http://www.homelidays.pt/london/apartamento-295691pt1.htm).

Relativamente às vantagens que podem ser assinaladas relativamente a esta opção de alojamento, assentam elas sobretudo no facto desta modalidade se revelar mais económica que a hoteleira, de se poder encontrar alojamentos para férias em localidades onde muitas vezes não há hotéis, de ter a possibilidade de preparar refeições no local, reduzindo os custos com a alimentação, beneficiando contudo da oferta gastronómica da região; de ser fácil reservar diretamente com o proprietário, sem custos nem comissões, ou diretamente entre particulares; pelo facto da estadia se tornar mais agradável e convivial já que todos estão no mesmo alojamento (mais confortável, principalmente para quem viaja com crianças); de permitir viver como um habitante local e não como um turista ou de poder disfrutar de um ambiente mais personalizado e original não estandardizado.

Saiba mais:

O portal Homelidays existe desde 2001 e conta com uma oferta de 100 mil anúncios em 171 países e cerca de 5 mil anúncios de alojamentos em Portugal. O portal é visitado por mais de 6 milhões de pessoas por mês e 210 mil visitas/dia. Especialista europeu em alojamentos para férias entre particulares, em 2013 a Homelidays apurou uma subida de pedidos de reserva de 36 por cento a nível no global, confirmando o sucesso no sector de atividade em que se movimenta. Portugal, enquanto destino de férias por parte dos portugueses, verificou um crescimento de 19 por cento em termos de pedidos de reserva, sendo que se registou também um aumento de 13 por cento ao nível de inscrições de proprietários portugueses no portal. www.homelidays.pt

Quando Ir

A melhor época para visitar a cidade é durante o Verão. Mas atenção, não existe a garantia de que mesmo durante estes meses o sol será presença constante, pois o astro-rei gosta de pregar uma partidinha de vez em quando! Se não aprecia multidões em seu redor, pode sempre escolher fazer a viagem entre Abril e Maio ou Setembro e Outubro.

Como se deslocar

O metropolitano é o meio de transporte mais rápido para se movimentar dentro de Londres. Outra opção, mais simpática para quem não aprecia viajar como as toupeiras, são os autocarros. Para se sentir verdadeiramente aristocrático, escolha o táxi, um meio de locomoção excelente mas nada barato.

Importante saber

País: Reino Unido

Documentos: Bilhete de Identidade

Moeda: Libra

Diferença horária: Não existe diferença horária em relação a Portugal continental

 

Por Sandra M. Pinto

Fotos Luís Pissarro

 

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