Vai para o Japão? Não cometa estes cinco erros de etiqueta

O Japão é conhecido por ter uma cultura singular, baseada no respeito mútuo, mas também por esta ser muito diferente da ocidental.

A guia de etiqueta Michiko Sato, que trabalha para a Cultivating Tokyo, apontou cinco comportamentos que deve, e não deve, fazer quando visita o país do Sol Nascente.

À mesa: quando comer com pauzinhos, nunca os coloque verticalmente no prato, especialmente se o prato for à base de arroz. É um costume budista, e estará a oferecer a comida aos mortos.

Não passe a comida directamente para outros pauzinhos, se quiser partilhar. Também tem relações com regimes funerários deste país. Coloque a comida no prato.

Se tocar com o seu conjunto na comida, é esperado que seja sua, não os use para puxar comida, e não use a mesma mão para segurar o talher e pratos que estejam na mesa.

Vénias e cumprimentos: Os japoneses cumprimentam-se com vénias e é considerado um grande sinal de respeito. E a forma como a faz tem a sua própria linguagem. Uma vénia de 15 graus é a apropriada para um cumprimento casual, 30 graus de apreciação, e 45 graus são para exprimir remorsos, uma desculpa séria, ou gratidão. As vénias de 90 graus são reservadas aos deuses e imperadores.

Não deve tentar olhar a pessoa nos olhos durante a vénia. As mulheres tendem a unir as mãos no colo e os homens mantêm-nas nos lados do corpo.

Receber presentes: Para os ocidentais, é quase esperado que se abra o presente à frente de quem o deu. No Japão, é o oposto. Não o faça a não ser que quem o presenteia dê a sugestão. O papel de embrulho costuma ser escolhido com cuidado, por isso, é má educação rasgá-lo à pressa.

Cartões de apresentação: Cartões com o nome ou o negócio da pessoa são uma ferramenta muito valorizada no Japão. E é suposto lê-lo com atenção quando o recebe. Se estiver sentado, não o faça deslizar na mesa, ao dar ou a receber. É considerado muito rude. Mas vão achá-lo muito simpático se usar a informação que está no cartão para continuar uma conversa.

Ao sentar: Os lugares onde nos sentamos, para esta nacionalidade, custaram a ganhar e são uma mensagem não-verbal de estatuto ou posição na família. O mais honrado é o que está mais longe da porta (de frente) Nos quartos de tatami (tapete usado nas casas tradicionais) a distância da porta é do menos ao mais importante do grupo.

Outras pequenas dicas: Não fale no metro, pois é, de facto, proibido, e se quiser fumar, só pode fazê-lo dentro de portas, pois a lei japonesa é oposta ao que se vê na Europa.

Se estiver num bairro tradicional e vir uma geisha, as tradicionais entertainers do país, é considerado muito rude simplesmente aproximar-se, andar ao seu lado, e fotografar. Peça autorização, e respeite se ela disser que não.

Pode ler mais sobre o que pode experienciar no Japão, na nova revista do Grupo Multipublicações, Forever Young.

 

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