Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos elegância intemporal

É o primeiro cinco estrelas da cadeia hoteleira nacional Vila Galé e nasceu para atrair e encantar quem a ele chega. O Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos surge hoje como uma unidade de referência no universo da hotelaria portuguesa.

O dia 25 de Abril de 2013 marcou a abertura ao público do Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, a primeira unidade 5 estrelas pertença do prestigiado grupo hoteleiro português. O que primeiro cativa a quem dele se abeira é a sua localização, de frente para o Tejo, circundado por um apelativo jardim. Num investimento de 10 milhões de euros, o que antes era um palácio votado ao abandono foi agora convertido num hotel de charme. No interior, ao primeiro olhar é a decoração que chama a atenção, estando toda ela dedicada à poesia.

De forma a poder receber uma unidade de prestígio, o Palácio dos Arcos, edificado no final do século XV, foi submetido a um profundo processo de reabilitação com vista à sua adaptação a esta nova função.

Depois de atravessarmos o portão de acesso à propriedade e de termos o carro devidamente estacionado, é hora de percorrer o amplo pátio exterior e entrar no hotel. Na zona, chamemos-lhe nobre, descobrimos o bar Fernando Pessoa e o restaurante Inevitável, além da área de recepção, a biblioteca, três quartos e duas suites. Será a Galeria da Capela a fazer a ligação do Palácio à nova ala do edifício, área onde se encontram instalados os restantes 71 aposentos, assim como o Spa Satsanga e o acesso à piscina exterior. De referir que a antiga adega foi também ela incluída na reabilitação surgindo hoje como um espaço para reuniões e eventos de trabalho.

Um pouco de história

Marco emblemático da vila homónima, o Palácio dos Arcos é um dos edifícios ex-líbris da localidade e seu cartão-de-visita privilegiado. Edificado no final do século XV, foi reerguido no decurso do século XVIII, tendo sido inicialmente propriedade do segundo capitão da Vila da Praia, de seu nome Antão Martins Homem.

A área histórica da construção, com cerca de 2000 m2, encontra-se distribuída por três pisos, Dona de uma arquitectura cuidada, de linhas simples e elegantes, a propriedade tem nos extensos jardins circundantes uma mais-valia. A esta junta-se o facto de estar situada sobre o rio, o que levava a que fosse escolhia uns dias de descanso por parte de muitas famílias ilustres oriundas tanto da zona da linha do Estoril, como de outras zonas do país. Imaginam-se senhoras elegantes e cavalheiros requintados a passear por entre aqueles espaços donos de uma beleza e magnetismo ímpar!

Reza a história que D. Manuel I, o Venturoso, e sua filha D. Maria ter-se-iam hospedado por diversas vezes no Palácio, aquando da sua participação nas caçadas realizadas na Quinta do Morgadio ou quando iam assistir à partida das caravelas rumo à Índia. Mas, também os reis D. Fernando e D. Luís e a rainha D. Maria Pia eram frequentadores assíduos do Palácio donde assistiam às célebres regatas de

Paço de Arcos. Corria o ano de 1698 quando o Palácio foi integrado no Morgadio de Paço de Arcos por D. Teresa Eufrásia de Menezes e cedido a D. Jorge Henriques, Senhor das Alcáçovas. Anos mais tarde, o Palácio dos Arcos tornar-se-ia numa das propriedades da família Lencastre.

À descoberta da magia

Do que era a antiga construção, o Palácio conserva os dois torreões, unidos pela varanda sustentada por três arcos, e a capela, onde se pode apreciar um belíssimo altar barroco. Efectivamente, esta capela consagrada a Nossa Senhora do Rosário, é um dos espaços mais impressionantes da unidade, pois, além do acima referido altar, possui ricos mármores (mosaicos florentinos, policromos, colunas salomónicas de cores púrpura e castanha e querubins bancos). De referir que mármore dos oratórios é italiano, muito provavelmente oriundo de Itália durante a época das grandes encomendas de D. João V. Diz a história do Palácio que foi trazido, depois de 1834, de uma capela que os seus donos possuíam no extinto Convento das Marianas, em São Bento, Lisboa. Das peças de arte sacra que ali se encontram, os nossos olhos elegeram a escultura de Nossa Senhora da Conceição em madeira policromada, datada do séc. XVIII.

O ano de 1997 marcou a aquisição do Palácio dos Arcos pela Câmara Municipal de Oeiras, por ocasião do desaparecimento do seu último proprietário, o Conde de Arrochella e de Castelo de Paiva. Mas a verdade é que no decurso dos anos seguintes o estado de conservação da construção foi-se deteriorando. A solução foi encontrada com a abertura de um concurso público para concepção, adaptação e exploração do Palácio dos Arcos, promovendo a recuperação do seu património histórico, o qual foi ganho pelo grupo Vila Galé.

Sonhar e comer com a poesia

O Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos acolhe 76 aposentos (71 quartos standard e cinco suites). Cada um destes refúgios privados está decorado de acordo com a temática escolhida para a unidade: a poesia. Cómodos e amplos, dispões de varanda privativa, além de ligação à Internet Wi-Fi gratuita, entre outras comodidades.

Já o restaurante, de seu nome Inevitável, baseia a sua oferta gastronómica na cozinha portuguesa, apresentando aos visitantes e hóspedes um conjunto de sugestões contemporâneas de autoria do chef Francisco Ferreira.

 

Na hora de relaxar

Quem toma a decisão de se hospedar no Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos pode contar com um conjunto de sugestões destinadas ao seu lazer e relaxamento. Além da piscina exterior, devido e muito à localização do hotel, os hóspedes podem optar por um sem-números de outras opções, como a praia, o golfe, as compras, os desportos náuticos, e a visita a museus e locais de interesse cultural e histórico. A não perder é o Chá da Rainha, evento que se realiza diariamente às 17h00 na varanda do Palácio. Mas, nada como visitar o Spa Satsanga, que proporciona o máximo de bem-estar nos seus perto de de 350m2.

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