“Guia Michelin” das casas chega (finalmente) a Portugal

Promete as melhores casas de férias e tem como objectivo resolver a falta de controlo de qualidade.

Fundado em 2015, chama-se The Plum Guide e está para o alojamento local assim como as estrelas Michelin estão para os restaurantes de todo o mundo.

“Nos anos 1900, o guia Michelin foi o inventário inegável dos melhores restaurante e Dava aos clientes uma garantia total de que, se fizessem 300 quilómetros para ir a um restaurante, seria excepcional. Nós somos semelhantes”, diz Doron Meyassed, fundador e CEO da The Plum Guide, que definiu como objectivo “ter as mil melhores casas nas 50 cidades de topo do mundo”.

Depois de Londres, Los Angeles, Milão, Nova Iorque, Paris e Roma, a capital portuguesa junta-se agora à plataforma de arrendamento de curta duração com curadoria, juntamente com Barcelona, Berlim, Copenhaga, Madrid e Telavive. Sobre a entrada em Portugal, o empresário destaca Lisboa como um “destino em alta e em franco crescimento”.

Mas, afinal, como funciona a The Plum Guide? Primeiro, os hosts são convidados a juntarem-se à plataforma. De seguida, críticos especializados em hotelaria – os home critics – visitam cada propriedade para entrevistar o anfitrião e avaliar criteriosamente o imóvel. No total, cobrem 150 critérios, a que chamam de “a ciência por trás da estadia perfeita”, que incluem a localização, qualidade, condição, design do espaço, bem como a hospitalidade, serviço e padrões de comunicação do anfitrião. 

“Estamos envolvidos numa missão: construir um mercado para as casas de férias mais bonitas do mundo. Esta não é apenas uma ambição qualitativa vaga. Nós queremos fazê-lo. Estamos a adoptar uma abordagem sistemática e obsessiva para avaliar todas as casas do planeta e aceitar apenas as 1% melhores”, assegura Doron Meyassed.

Actualmente, já foram aceites mais de cinco mil casas para a plataforma. Desde a sua criação, em 2015, a plataforma já recebeu mais de três milhões de visitantes, a maioria dos quais dos Estados Unidos da América (40%), Reino Unido (18%) e Austrália (15%).

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