Grupo Vila Galé vai investir 5 milhões em nova unidade hoteleira em Elvas

O Grupo Vila Galé vai investir cerca de cinco milhões de euros numa nova unidade hoteleira no centro histórico de Elvas, no distrito de Portalegre, revelou hoje à agência Lusa o presidente do município, Nuno Mocinha.

O Grupo Vila Galé vai investir cerca de cinco milhões de euros numa nova unidade hoteleira no centro histórico de Elvas, no distrito de Portalegre, revelou hoje à agência Lusa o presidente do município, Nuno Mocinha.

Aunidade hoteleira vai “nascer” num conjunto de imóveis históricos, a recuperar e a adaptar à atividade turística, entre eles os antigos edifícios do Aljube Eclesiástico e do Conselho de Guerra, a muralha anexa, e a antiga fábrica da ameixa.

“É um estilo de hotel habitacional, como se fosse uma nova vila, sendo complementar ao que o grupo já tem em Elvas”, explicou o autarca.

De acordo com Nuno Mocinha, o projeto da nova unidade hoteleira prevê a criação de “mais de 70 quartos”, devendo as obras arrancar em 2021 para estarem concluídas no espaço de “ano e meio a dois anos”.

“O turismo é uma aposta do executivo municipal. Temos feito algum caminho nessa perspetiva e este setor é diferenciador na nossa cidade”, disse.

“Se nós queremos potenciar aquilo que é a marca da classificação da UNESCO como Património Mundial, temos de nos preparar para receber as pessoas que nos querem visitar”, acrescentou.

O projeto de conceção, adaptação e exploração do conjunto edificado no centro histórico da cidade, apresentado pelo Grupo Vila Galé, foi aprovado na mais recente reunião do executivo municipal.

Em junho de 2019, o mesmo grupo inaugurou em Elvas o hotel Vila Galé Collection, num projeto que resultou da reabilitação do Convento de São Paulo, imóvel inserido no programa governamental Revive.

A unidade hoteleira de quatro estrelas contou com um investimento de nove milhões de euros.

O Convento de São Paulo, localizado no centro de Elvas, classificado como Património da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), foi o primeiro, numa fase inicial, de 30 imóveis do Estado a ser colocado a concurso para concessionar a privados, no âmbito do programa Revive.

A unidade hoteleira, que criou cerca de 40 postos de trabalho diretos, é composta por 79 quartos em quatro diferentes tipologias (standard, familiar, suíte e suíte mezzanine).

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