Galaxy Macau, ser grande é ser maior

Este resort integrado de Macau é mesmo de outra galáxia. A constelação de estrelas que o compõem resume-se em duas palavras: mais e melhor.

Quando se passeia por Macau, não há turista que resista a tirar fotografia às placas com os nomes das ruas. Escritos em azul sobre azulejo tenta-se primeiro decifrar os caracteres em mandarim e logo abaixo reconhece-se o alfabeto com a tradução em português. É assim Macau, uma mistura entre o oriente e o ocidente em versão portuguesa.

O centro de histórico, decorado a calçada portuguesa, é Património Mundial da Humanidade protegido pela UNESCO. É pelo Largo do Senado até às Ruínas de São Paulo que encontramos um dos poucos vestígios da arquitectura barroca europeia na Ásia. Macau é testemunha da história, mas também é luz, néon e edifícios kitsch. São os casinos que se erguem até ao céu no esplendor do entretenimento.

Tudo em grande

É no Cotai, a zona do jogo por excelência, que nasceu o maior e mais luxuoso resort integrado asiático, o Galaxy Macau. Mas que não haja espaço para confusões: o barulho das luzes fica lá fora, dentro do resort o lema é “classe mundial, coração asiático”. Para tudo o mais há espaço, afinal estamos a falar de 550 mil metros quadrados e um investimento de mais de 10 mil milhões de euros.

Os números impressionam. Na abertura do Galaxy Macau, 290 jornalistas de todo o mundo viajaram até à península que voltou a ser território chinês em Dezembro de 1999, seis mil pessoas fizeram fila para serem as primeiras a conhecer o interior, 30 a 40 mil visitas são esperadas diariamente. E tudo isto a 15 minutos do aeroporto Internacional de Macau.

Um hotel? Não, muito mais.

E “isto” são três hotéis de luxo, um spa exclusivo (ver caixa), cinquenta restaurantes, uma avenida de lojas internacionais, a maior praia artificial do mundo com ondas, um cinema 3D a abrir em breve e, claro, um casino com 1500 slot machines. Contudo, o casino é apenas um detalhe. Este resort quer ser a primeira escolha das famílias que apreciam a exclusividade numa atmosfera asiática.

Cada um dos três hotéis do Galaxy Macau tem uma personalidade distinta. Como três personagens de um filme onde o hóspede é o protagonista, só tem de escolher aquele que mais combina consigo.

O hotel Galaxy apresenta-se com um estilo contemporâneo, tem a sabedoria de um enólogo e defende a exclusividade democrática distribuída por 1500 quartos e 98 suites. A cena de filme das férias tem o cenário ideal no restaurante Terraza onde um sistema automático de prova de vinhos promete surpresas sem ter de esperar que o sirvam.

O Hotel Okura é a materialização do imaginário japonês. Reúne a perícia e a surpresa do origami, a força da sabedoria milenar do Sumo e o olhar atento e internacional da Manga. As 500 suites oferecem o mais recente equipamento tecnológico e a mais minimalista decoração. No restaurante Yamazoto assiste-se à fina arte da culinária japonesa e no bar Sakazuki bebem-se os melhores sakés de Macau.

E, finalmente, a maior estrela da constelação é o Hotel Banyan Tree Macau. É a personificação do ambiente internacional e premiado. Antes mesmo de o conhecermos já sabemos que vamos acabar por nos apaixonar pela sua atmosfera íntima e envolvente. É este o ambiente das 227 suites e das 229 villas com piscina privada. Para os espíritos românticos há oito cabanas climatizadas na praia de ondas artificial. Como quem muda de cenário, os quatro mil metros quadrados de praia feitos com 350 toneladas de areia importada distribuídos por 150 metros de “costa” fazem lembrar uma praia paradisíaca do Pacífico. E para um fim de dia digno de estrela a opção fica entre o Belon Oyster Bar & Grill e o restaurante Gosto, o nome não engana, os sabores são portugueses, desde a caldeirada ao arroz doce.

Como se vê o Galaxy Macau não facilita. No momento de decidir o que fazer ou para onde ir, as possibilidades são incontáveis. A única certeza é que, escolha o que escolher, está a escolher a exclusividade e o luxo do maior resort integrado na Ásia.

Por Sandra M. Pinto

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