EDP Rock Street mostra África para todos os ritmos

A EDP Rock Street vai promover o encontro entre a tradição e a modernidade, ao som das músicas de África. O espaço foi desvendado ontem, 27 de Março, no Custom Café da Nirvana Studios. 

Semba, Kilapanga, Funaná, Coladeira, Rumba, Jazz, Rock, Afro-Punk, Kwaito e Kuduro são alguns dos ritmos que vão passar por este palco, que dá expressão à “música do mundo”.

Bonga, Selma Uamusse, Ferro Gaita, Moh! Kouyaté, Paulo Flores, Nástio Mosquito, Kimi Djabaté são alguns dos nomes, representando países como África do Sul, Angola, Cabo Verde, Gana, Guiné-Bissau, Zimbabué, Mali, Guiné-Conacri, Mauritânia, Moçambique e República Democrática do Congo. A intenção é o uso da música, da arquitectura e os espectáculos de rua para mostrar a riqueza cultural do continente.

Para Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, «a EDP Rock Street é já um sucesso consolidado junto dos visitantes da Cidade do Rock, que a cada edição encontram nesta rua manifestações artísticas e performances ímpares, além de se  apresentar como um espaço privilegiado de festa, onde o público se sente ainda mais envolvido, podendo interagir com o espetáculo e com os próprios artistas».

Música para todos os dias

No dia 23 de Junho, o palco da EDP Rock Street estreia-se com o reportório de Kimi Djabaté que enaltece o amor, a amizade e a alegria, seguindo-se o género musical Gumbé de Tabanka Djaz, terminando o primeiro dia ao som de um dos mais belos timbres de África: Bonga.

No dia 24 de Junho o Hip Hop abre com ritmos tradicionais de Cabo-Verde de Karlon, seguindo-se o Rock-Rumba e Funk futurista de Baloji e, ainda, Ferro Gaita, banda com sonoridade muito própria, cujo nome surge da combinação de dois instrumentos utilizados na música tradicional de Cabo-Verde.

O segundo fim-de-semana arranca com o ritmo hipnótico que atrai os amantes do Rock e da música Eletrónica de A’Mosi Just a Lable (Jack Nkanga), seguindo-se o músico, performer, poeta, videasta e artista plástico Nástio Mosquito com a sua DZZZZ band. Para encerrar o dia 29 de Junho sobe ao palco Moh! Kouyaté, com uma música que reflecte a vivência urbana e cosmopolita.

No último dia do festival (30 de Junho), a EDP Rock Street fica a cargo das letras em Changana e em Chope (línguas de Moçambique) de Selma Uamusse, seguindo-se a sonoridade moderna de Batuk e, para fechar com chave de ouro, Paulo Flores, uma das principais referências da música de Angola.

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