Covid-19: Atenção às viagens de avião

Dentro de um avião todos os cuidados são poucos, como refere o SNS 24.

O que deve ser feito se validarem um caso suspeito a bordo de um avião?

Se o caso validado for considerado suspeito, são acionados os mecanismos previstos no Regulamento Sanitário Internacional e seguidas as medidas previstas a bordo:

  • manter o doente a bordo da aeronave (com máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ativada pela Direção-Geral da Saúde
  • deverá ser indicada a instalação sanitária a usar exclusivamente pelo doente
  • se possível, o doente deve ser separado dos outros passageiros (idealmente 2 metros)
  • deve ser designado um membro da tripulação para prestar assistência ao doente
  • o doente e os seus contactos próximos a bordo deverão ser os últimos a sair da aeronave
  • deve ser recolhida a informação dos contactos próximos do caso suspeito validado, utilizando o Cartão de Localização de Passageiro (CLP)

O que são considerados contactos próximos do doente no avião?

São considerados contactos próximos todos os passageiros nas seguintes condições:

  • 2 lugares à esquerda e à direita do doente
  • 2 lugares nas duas filas seguidas à frente e atrás do doente
  • os companheiros de viagem do doente
  • pessoas que prestaram cuidados diretos ao doente
  • os tripulantes a bordo que serviram o espaço do doente

No caso de o doente apresentar sintomatologia grave ou se ter movimentado dentro da aeronave, devem ser consideras todas as pessoas como contacto próximo.

Corro riscos ao viajar no mesmo avião que um caso suspeito?

Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças o risco de ser infetado num avião, onde viaja um caso suspeito, não pode ser excluído, mas é atualmente baixo. Caso se confirme que o doente está infetado com COVID-19, as autoridades de saúde contactam todas as pessoas consideradas próximas.

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