Cidade barata, com boa comida (e não só): o que se diz lá fora sobre Lisboa

«Lisboa é cool»: é assim que começa uma reportagem do “Business Insider”, assinada por Hillary Hoffower, que passou três dias pela capital portuguesa e não esquece o que viu.

«Lisboa é cool»: é assim que começa uma reportagem do “Business Insider”, assinada por Hillary Hoffower, que passou três dias pela capital portuguesa e não esquece o que viu.

O custo de vida em Lisboa é uma das características em destaque, por se tratar de uma das capitais europeias mais baratas para viver. E para visitar, uma vez que esteja realidade também se estende ao alojamento local. «O Airbnb em que fiquei fiquei custou 66 euros por noite (72 dólares), revela a repórter, que dividiu a casa com um amigo durante três noites. Contas feitas, «acabei por pagar menos de 100 euros (110 dólares)» por uma casa com cama de casal e um beliche.

A comida – principalmente os Pastéis de Nata – e bebida – como a ginjinha – «relativamente baratas» também agradaram. «Paguei menos de 10 euros (11 dólares) por um jantar ou almoço e em torno de um ou quatro euros pelo pequeno-almoço», diz.

A repórter escreve ainda que Lisboa é um «refúgio gastronómico para a geração millennial [nascidos entre 1981 e 1994]», destacando não só oito restaurantes com estrelas Michelin, como o Belcanto de José Avillez, bem como «uma grande variedade de outros restaurantes autênticos, modernos e saborosos» na Time Out Market e na Lx Factory, por exemplo.

Quanto aos transportes públicos, destaca o Lisbon Card, que dá acesso gratuito à rede completa de transportes na cidade, assim como a museus e outras atracções.

Ainda que muito diferente de Ibiza ou Berlim, «a vida nocturna de Lisboa é vibrante», lê-se no portal de notícias norte-americano.

Igualmente longe dos postais paradisíacos do Sudeste Asiático, Lisboa «foi feita para o Instagram». «As paredes e becos de Lisboa, azulejos de cerâmica e cores pastel imploram para serem fotografados em toda a sua glória colorida. Passei uma manhã pelas ruas de Alfama, no coração de Lisboa, e dei por mim a parar a cada dois minutos para fotografar padrões e fachadas de azulejos impressionantes», descreve a repórter, que também destaca a arte urbana em Alfama, Belém e no Chiado.

Por tudo isto, Hillary Hoffower assume entender agora porque é que a cidade é o «destino mais popular entre millennials em 2019».

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