Botsuana, o paraíso dos elefantes

Botsuana. O país mais pacífico e sossegado de África. Possivelmente a maior história de sucesso de África. Independente desde 1966, o Botsuana tem tido governos estáveis e uma balança de pagamentos saudável desde então. A descoberta fortuita de uma grande mina de diamantes, uma das mais rentáveis do mundo, logo após a independência, a criação de gado bovino e um turismo sustentável têm ajudado ao desenvolvimento do país.

Os preparativos
Uma viagem nunca começa no dia da partida. Começa normalmente muitos meses antes. Não se trata somente da marcação dos voos mas de todo um conjunto de preparativos, essenciais para que a mesma corra o mais suavemente possível.
Especialmente uma viagem de aventura carece de uma preparação meticulosa para não sermos surpreendidos por imprevistos que podem ser evitados – é que uma viagem deste género já tem por si muitas situações inesperadas. O importante é fruir da situação – e tal só é possível se for bem preparada.
Além disso, este estudo prévio faz com que a viagem seja mais longa, não se resumindo somente aos dias que se está no país. Passamos muitas horas a recolher o maior número de informações sobre o país, o custo de vida, o estado das estradas/picadas, dos parques de campismo e até sobre os animais que eventualmente iremos encontrar. Preparámos até um pequeno cartão com o desenho das marcas das patas dos animais para assim podermos saber que animais estiveram junto ao nosso jipe durante a noite. Num outro cartão levámos a descrição e a imagem das diferentes espécies de antílopes para conseguirmos distinguir as diferentes espécies de antílopes que se cruzarem no nosso caminho.

Maun
O avião que nos levou a Maun era um ATR 42/72 da Air Botswana de 48 lugares e que ia com metade da ocupação. E apesar de ser um voo de aproximadamente duas horas foi servida uma pequena refeição com uma grande sanduíche, uma barreira de müsli e vinho merlot sul-africano.
À chegada a Maun estava à nossa espera o David da empresa de aluguer Britz que nos levou ao depósito onde levantámos jipes. Tratámos da papelada, recebemos as explicações sobre o funcionamento e verificámos se tudo estava bem.
A aventura podia começar. Maun é uma pequena cidade totalmente adormecida até se ter tornado o ponto de partida para os safaris no delta do Okavango, no Parque de Moremi e no Parque Chobe. Tem muito pouco para ver mas é importantíssima logisticamente.
Feitas as compras no supermercado (há que abastecer de comida e especialmente de água antes de entrarmos no Parque Nacional pois aí não há nada para comprar), fomos para o nosso primeiro parque de campismo: Maun Rest Camp. O campo é idílico (ao contrário do campo em frente, o Old Backpackers, com música e muito barulho) com imensos ruídos de insetos e pássaros. Que bem se está no campo!
Enquanto uns abriam as tendas, outros trataram do jantar: um fantástico churrasco com carnes tenras e deliciosas da África do Sul.
Depois de um belo duche de água quente, deitámo-nos nas nossas tendas nos tejadilhos dos jipes.
Foi difícil adormecer com tantos ruídos na escuridão africana. A atividade noturna é grande. Morcegos voam a uma altitude relativamente baixa. Borboletas com uma luzinha na ponta (será na cabeça?) esvoaçam à nossa volta. Rãs coaxam no rio. Grilos e cigarras cantam por todo o lado. Adormecemos verdadeiramente embalados na música da selva.

Maun – Savuti
De noite choveu copiosamente. De quando  em quando acordava com a chuva a bater na tenda, nas árvores, na terra. Felizmente de manhã cedo o tempo tinha melhorado bastante, até com pedaços azuis de céu. Não foi agradável dobrar as tendas todas molhadas mas havia que o fazer.  E logo após o pequeno almoço, pusemo-nos à estrada. Os primeiros 20-30 km fazem-se lindamente por uma estrada nacional. Não passámos por praticamente nenhuma localidade. Vimos somente muitos burros – sim, esse animal que dizem que está em extinção em Portugal -, cabras, vacas e galinhas.

De repente, a estrada terminou e entrámos na picada. Ao princípio era uma picada de areia pacífica sem problemas, com alguns buracos. “Um elefante à esquerda”, avisam do outro carro. Paragem. Um elefante grande come placidamente. Mais adiante, um grupo de antílopes olha para nós. E outro elefante.

Mas não eram só vistas boas que tínhamos. À nossa frente havia uma série de “lagos” com minúsculas ilhas no meio. As primeiras poças de água gigantes ainda se passavam bem. Ao km 84 apareceu um charco profundo e longo. Jipes em 4L. Velocidade baixa  constante. Só que a esse charco profundo seguiram-se muitos charcos profundos. 1 km de charcos profundos!  Pior: o leito era o dito “black cotton”, uma lama preta muitíssimo escorregadia. Os condutores suaram as estopinhas. Mas os jipes nunca atolaram.

Por todo o lado esvoaçavam milhares de borboletas amarelas. Felizmente chegámos a um pedaço de picada menos molhada. Pudemos relaxar um pouco. De repente sai um grande elefante da selva. Parou. Olhou para nós. E seguiu tranquilamente. Até chegarmos a Savuti Camp foram-se alternando pedaços de picadas infundadas e pedaços menos molhados. E sempre a surgirem zebras, kudus, antílopes e elefantes. Estranhamente sempre isolados.

Por volta das 18.50 chegámos finalmente ao acampamento. Estava a escurecer. O campo não é protegido. Muitos amimais selvagens passeiam -se por entre os jipes que ali acampam – e os excrementos que por ali vimos são a prova real. Pelas regras do campo não é possível sair da tenda à noite. Nem para ir à casa de banho – um verdadeiro bunker onde nenhum animal consegue entrar – a 500 m.

Savuti-Kasane
Depois da estafa do dia anterior preparámo-nos calmamente. Fizemos um belo pequeno-almoço com ovos mexidos, manga, chá, café. E novamente nos fizemos à estrada – leia-se, picada. Na porta do acampamento informámo-nos sobre o estado das picadas até Kasane. “Muito melhor. Se conseguiram chegar até Savuti, agora é muito mais fácil.” Consolados com esta resposta metemo-nos a caminho.

Realmente a picada não era o “black cotton”, a lama escura muito escorregadia que tínhamos tido na véspera, mas muita areia fina. Para fazer os primeiros 7 km demorámos 1h15. Uma consolação: vimos uma grande manada de zebras rodeadas de impalas e alguns kudus, a uns 5 m dos nossos jipes.

Ao Km11, tivemos pela frente um charco enorme e muito fundo. Como atravessá-lo? A parte menos funda era o lado esquerdo mas este estava obstruído por dois arbustos. A solução foi remover os arbustos. Como? Pusemos as cintas de puxar os carros à volta do tronco e um dos jipes em marcha atrás arrancou os arbustos com as raízes!

Contra todas as regras toda a gente fora do carro para fazer esta operação. A dada altura sai da selva a uns 200 m à nossa frente um elefante. Olhou para nós mas seguiu o seu caminho. Os condutores passaram os jipes mas os “penduras” foram pelas bordas. A meio caminho ouvimos um ruído vindo da selva. Entre os arbustos vislumbrei a orelha dum elefante. Rapidamente, mas sem correr (outra regras básica da selva), fomos para os jipes. Uff! As dificuldades com poças de água continuaram. Fizemos 20 km em 3 horas!

Chagámos à Porta Ghoha, uma das entradas norte do Parque Nacional de Chobe às 14. Parámos à sombra para descansar e fazer um piquenique.

Mas lá por termos saído do Parque tal significou que as picadas fossem boas ou que as estradas fossem alcatroadas. Continuaram picadas em mau estado com muita areia fina e solta que faziam o jipe rabear. Mas há sempre consolações. No meio duma picada vemos uma manada de girafas que comia placidamente as folhas mais altas das árvores.

As girafas são uma presença sossegada nas planícies africanas. Ninguém tem dúvidas de que a girafa é um ícone africano.

O seu nome vem da palavra árabe “xirapha” que significa “que anda rapidamente”. Aplica-se que nem uma luva pois as girafas podem galopar a uma velocidade surpreendente de 55 km por hora. No entanto, ficam rapidamente sem fôlego por causa da sua traqueia comprida.

O seu nome científico, “girafa camelopardis“, vem da crença antiga de que estes animais eram camelos com a pele do leopardo. A única parecença com camelos é o facto de aguentarem muito tempo sem beberem, pois hidratam-se com as plantas que comem.

A girafa é o mamífero mais alto do mundo – os machos podem chegar a ter mais de 5 m de altura! Pesam em média entre 940 e 1400 kg. As fêmeas são ligeiramente mais baixas com menos peso.

O tamanho dos seus pescoços permitem-lhe comer folhas a vários metros de altura, pondo assim de parte toda a concorrência.

A 52 km da Kasane entrámos na estrada alcatroada. Uff! O caminho foi maravilhoso pois cruzámo-nos com diversas manadas de elefantes, muitas delas com crias a brincar – muitas vezes tivemos de parar para as deixar atravessar a estrada – e com girafas comendo ou olhando a estrada.

Em Kasane ficámos no Chobe Safari Lodge, uma combinação de lodge e campismo. Assim que acabámos o check-in vimos chegar um grupo de folclore. Decidimos então ver o espetáculo e jantar. O grupo cantava e dançava muito bem, interpretando bem danças tribais.

Cataratas de Vitória
Acordámos com os nossos jipes rodeados de uma família de facoceiros com inúmeras crias. Um pouco mais afastada uma impala – que depois até se atreveu a vir junto de nós e comeu a comer da nossa mão.

O plano era ir até às Cataratas de Vitória – mas não com os nossos jipes porque iria ficar muito caro e burocrático, além de ficarmos à mercê de polícias corruptos. Na receção do lodge, arranjaram-nos transporte – ou melhor, transportes. Para dar a volta à burocracia, estes passeios fazem-se com dois carros: um vai do hotel à fronteira bostuaniana e o outro vai da fronteira do Zimbábue até às Cataratas. Os funcionários botsuanianos da fronteira são muito simpáticos e descontraídos e até sabem umas palavrinhas em Português, possivelmente graças à proximidade de Angola.

O Zimbábue faz negócios com os turistas – não nos importamos, só lamentamos que os lucros não sejam usados para bem do povo. O visto de entrada no país custa US$30 ou, querendo pagar em euros, €30! Da fronteira a Victoria Falls – é assim que se chama a localidade – é mais ou menos 30 minutos de carro. A cidade vive do negócio do turismo das cataratas. Estas estão num parque cuja entrada custa US$30.

Segundo consta o primeiro europeu a ver às cataratas foi o explorador inglês David Livingstone. Ficou tão maravilhado que as dedicou à sua rainha, a rainha Vitória.

As águas do rio Zambeze chegam aquele local e caem duma altura de 98  numa de mais de um quilómetro. A força da queda da água é tão forte que a neblina que provoca ao cair sobre até ao cimo, vendo-se a grande distância. A beleza destas cataratas deixa-nos extasiados. Podemos ficar horas a olhar as águas revoltas do Zambeze a cair pelo precipício.

O parque em frente das cataratas está muito bem cuidado com vários pontos de observação. O passeio começa na grande estátua de Livingstone, onde encontrámos muitas sericatas. Todos os outros 15 pontos são mesmo em frente das cataratas, sendo o mais excitante o chamado “danger point”, o único sem proteção.

Kasane – Nata
Antes de partirmos para Nata, fizemos ainda um passeio no rio Cuando (rio Chobe) que nos levou pelos meandros do rio, tanto na parte do Botsuana como na Namíbia. Foi um passeio fantástico. Vimos imensos crocodilos, iguanas, hipopótamos, elefantes, girafas, búfalos, kudus, impalas e centenas de pássaros diferentes coloridos.

Entre os muitos pássaros que vimos mais interessante foi o pássaro- guarda-chuva: para pescar abre as asas em guarda-chuva. Ainda deixa de ter o reflexo do céu na água e ele consegue ver os peixes debaixo de água. Muito excitante foi a perseguição que um hipopótamo fêmea fez ao nosso barco. O barco estava relativamente perto dela e da sua cria e ela sentou que tinha de defender a sua cria. As fêmeas são muito perigosas quando têm crias. Tudo o que sintam como perigo para as crias é tratado com um comportamento extremamente agressivo.

O hipopótamo é considerado o cavalo do rio. O seu nome vem de duas palavras gregas: “hippo” que significa “cavalo” e “potamos” que quer dizer “rio”.

É o mamífero africano mais imprevisível e mais perigoso. Quando pensamos em animais africanos qual consideramos o mais perigoso? O leão? O rinoceronte? O elefante? Sim, todos eles são perigosos. Apesar do seu aspeto algo pachorrento e apesar de serem herbívoros, o hipopótamo é um animal extremamente violento. É o 3º maior mamífero de Africa, só sendo ultrapassado em tamanho pelo elefante e pelo rinoceronte. Mede em média 3,9 m de comprimento, 1,5 m de altura e pesa 4500 kg. Só a pele pesa 500 kg!!!!

Este enorme corpo é suportado por quatro patas pequenas com um ar muito frágil. E no entanto chegam a fazer 30 km por hora. Os hipopótamos comunicam uns com os outros por ruídos estranhos aos nossos ouvidos.

Os olhos, as narinas e os ouvidos são pequenos e estão na parte superior da cabeça. O olfato e a audição superam a visão. Ao fechar os ouvidos e as narinas, os hipopótamos podem ficar 6 minutos debaixo de água. Aliás, movimentam-se andando nos leitos dos rios.

Durante a noite, os hipopótamos saem da água para comer, podendo andar até 8 km à procura da melhor erva – até 40 kg por noite!!!! Engolem a comida inteira sem a mastigar. O estômago tem diversas câmaras e o intestino é bastante  mais comprido do que o dos outros herbívoros.

Os hipopótamos vivem em grupo até 20 animais. Cada grupo é liderado por um macho. Em tempos de seca – o que não é agora o caso -, diversos grupos de hipopótamos têm de viver perto uns dos outros o que cria muitas tensões entre eles. As fêmeas têm gestações de 240 dias e só dão à luz uma cria de cada vez. Apesar de começarem a comer erva às três semanas, as crias mamam até aos 8 – 12 meses. Tornam -se adultos aos 5 – 7 anos.

No caminho para Nata – em estrada alcatroada – vimos ainda muitas manadas de elefantes – com crias a mamar! -, muitas girafas e muitas impalas.

Nata – Maun
Apesar de ser uma estrada alcatroada, o troço a seguir a Nata estava totalmente alagado. 1 km de estrada com água com mais de 30 cm de altura! Afinal não eram só as picadas que estavam alagadas. A estrada nacional também estava submersa.

Quando acabaram os troços alagados, começaram as  crateras.  Enormes. A toda a largura da estrada. Parecia que estávamos a fazer slalom para evitar os buracões.  Em Maun voltámos a ficar no Maun Rest Camp onde fizemos um belíssimo  churrasco – o último desta viagem.

Maun – Lisboa
Dia de partida. Fim de férias.

Antes do pequeno-almoço limpámos os jipes por dentro para não termos de pagar a exorbitante taxa de limpeza de R1000 (aproximadamente € 73). A lavagem exterior foi feita por dois rapazes que trabalhavam no parque de campismo onde passámos a noite. Queriam fazê-lo gratuitamente porque lhes tínhamos dado muitas coisas, mas nós dissemos-lhe que lhes pagávamos o trabalho.

Entrega dos jipes e partida para o aeroporto que é muito pequeno e tudo se processa rapidamente. Tem uma única sala de embarque e uma única loja. A aventura acabara, mas a nossa memória ia cheia de recordações maravilhosas da bela fauna africana.

Indicações úteis
 – Quando viajar?
A estação alta no Botsuana corresponde às férias grandes da África do Sul (julho e agosto). Na época seca, ou do cacimbo, há mais probabilidades de ver mais animais, pois estes são “obrigados” a ir beber aos charcos – naturais e artificiais.
Dizem que a época das chuvas deve ser evitada. Ao viajar em fevereiro, ou seja, na época das chuvas, temos de contar que algumas estradas /picadas se encontrem impraticáveis ou perigosas, o nível das águas dos rios sobre bastante – além de que no norte do Botswana há uma lama conhecida por “black cotton”, extremamente escorregadia.
 – Vacinas
Além da prevenção da malária (há mesmo muita malária no Botswana, em especial no norte) não é necessária vacinação.
– Roupa
Roupa clara e de manga comprida – a melhor prevenção contra os mosquitos. Além disso, deve levar-se repelente de mosquitos. Na época seca, as noites podem ser frias. Na época das chuvas , é importante levar umas sandálias para a água, porque se tem de observar os cursos de água que se pretendem atravessar a vau.
– Orçamento de viagem
Tentando limitar o afluxo de turistas, o governo do Botswana optou por uma política de preços algo dissuasiva. Se a viagem de avião até Joanesburgo pode ser barata, já o voo de Joanesburgo até Maun, no norte do Botswana, é bastante mais caro, pois só operam duas companhias aéreas nesta rota (Air Botswana e South African Airways).
O aluguer dos jipes com tendas no tejadilho, totalmente equipados, ronda os € 120 (época baixa) – € 300 (época alta) por dia, a que se junta o preço do combustível (aprox. 0,80/0,90 € por litro).
Para se entrar num parque nacional, há que pagar uma taxa de aproximadamente € 15 por pessoa e por dia, quer se fique num lodge ou num parque de campismo, além do preço para a pernoita, que é muito elevado no meio dos parques nacionais. Por exemplo, por uma noite no Savuti Camp custa € 50 por pessoa e por noite na época baixa – mesmo ficando a dormir nas nossas tendas!  No entanto, a maioria dos parques de campismo tem preços “normais” à volta dos P 100 (mais ou menos € 8.50).
Há passeios que exigem um guia, por exemplo, se quisermos fazer um safari a pé, ou um passeio de mokoro (barco tradicional), sobrevoo do delta do Okavango, que vão fazer subir os orçamentos de viagem.
 – Veiculo 4×4, vulgo, jipe
Alugar um veículo 4×4 no Botswana não é nada difícil pois existe uma grande oferta, sendo a maior parte de sul-africanos. Há que pedir diversos orçamentos, compará-los bem (ter atenção especial ao seguro). Para evitar problemas, é aconselhável um seguro contra tudo.
É muito útil ler os comentários ao jipes nos fóruns respetivos para sabermos avaliar as ofertas.
Depois de estudarmos todas as opções (Land Rover Defender, Toyota Hilux, Ford ranger e Land Cruiser) decidimo-nos por um Toyota Hilux com equipamento de camping e equipamento de cozinha.
– Guias de viagem
Connosco levámos dois guias: Bradt e Lonely Planet.
Os melhores mapas da região são os daTracks4Africa (com a indicação da quilometragem entre dois pontos, mesmo em sítios remotos) e do Reise Know How. Os da Shell também são bons.

Por M. Margarida Pereira-Müller

 

 

 

 

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