Amanruya, se isto não é amor…

A Turquia, país testemunha de uma história milenar, convida-nos a viver uma experiência exclusiva que promete ficar gravada para sempre na nossa história pessoal. O seu nome? Amanruya

O refúgio Amanruya está apenas a 30 minutos de distância do aeroporto, mas o percurso parece levar-nos para muito mais longe do que esse tempo poderia alguma vez permitir. O caminho faz-se pelo meio de uma floresta de oliveiras e pinheiros da Península de Bodrum, a subir uma colina e chegamos ao nosso destino com uma visão privilegiada sobre a baía de Mandalaya.

Paz e sonho

O nome do novíssimo membro da família Amanresorts, inaugurado este mês de Agosto, é o prenúncio para a experiência que vamos viver. Amanruya resulta da composição das palavras em sânscrito e turco para “paz” e “sonho”. E estes dois desejos surgem materializados à frente dos nossos olhos em cada pormenor decorativo. As paredes brancas transmitem serenidade e ganham cor com os detalhes em mogno, pedraria local e mármore turco. E todos juntos formam uma composição coerente de linhas contemporâneas que misturam as influências otomanas e mediterrânicas.

A sensação quando se passeia pelos caminhos do resort quando seguimos pelos discretos jogos de luz, é que estamos numa aldeia. O Amanruya é igualmente sossegado, aparentemente pequeno e longe da civilização. A diferença está na exclusividade, no luxo e no sorriso sempre aberto de quem nos acolhe.

Cada uma das 36 “casinhas de campo” (em inglês encaminham-nos sempre para a nossa “cottage”) conta com uma piscina e um jardim, todos diferentes entre si. No terraço, as daybeds repousam debaixo da pérgola num convite irresistível.

Contudo o protagonismo vai para a piscina infinity – que na realidade tem 35 metros quadrados –, mas que parece terminar apenas na linha do horizonte, para lá da baía. E, se nestes meses de Verão, tudo o que apetece é estar na rua, para os meses de Inverno também há alternativa: 16 das piscinas são aquecidas e todas as casas de campo contam com lareira e chão aquecido.

Lá fora…

Fora das casinhas de campo, o Amanruya continua a surpreender-nos. A biblioteca é o edifício mais imponente do resort, estendendo-se por três andares com livros e DVD’s de todos os tipos, a única dificuldade será mesmo escolher. Há ainda espaço para uma galeria de arte, uma boutique e duas spa suites.

No entanto, o que nos leva irremediável e irresistivelmente para fora do resort é o caminho que nos leva à praia privativa onde encontramos o Beach Club. Com uma atmosfera informal, tanto podemos optar por aproveitar os raios de sol na esplanada como dedicar algumas horas à aventura ao ar livre. As opções são incontáveis: desde os desportos de montanha, como as caminhadas e os percursos de BTT, até aos desportos aquáticos, passando pelos passeios a cavalo.

O Beach Club dá-nos também uma primeira amostra dos sabores que o Amanruya tem para nos mostrar, mas, aqui, só durante o almoço. No entanto, o resort tem quatro espaços gastronómicos que nos transportam para o exotismo e a diversidade da cultura turca, entre a Europa e o Médio Oriente. Os pratos conjugam notas das diferentes influências com os ingredientes locais, mudando a carta a cada estação para garantir sempre os melhores produtos de época. Afinal nenhuma viagem fica completa, sem dar oportunidade aos sabores para nos seduzirem. Mas o Amanruya leva esse conceito a outro nível. O pão é caseiro, a adega está preparada para responder a qualquer desejo, o espaço lounge é encantador e a vista sobre a baía compõe um quadro que apetece guardar na memória para sempre.

Despertar sentidos

Ao conhecer os sabores, a curiosidade é despertada e temos de conhecer mais. O Amanruya organiza visitas aos pontos turísticos mais próximos como os vestígios dos impérios romano e grego e está a meia hora da cidade de Bodrum. Esta cidade-porto é um agitado centro turístico cheio de vida. Há sempre pessoas a chegar e a partir, à procura da loja seguinte, a apanhar o barco para conhecer as ilhas gregas ou à descoberta de um novo restaurante. Os meyhanes são uma experiência a não perder, nestes restaurantes típicos turcos o jantar é uma experiência onde nunca se sabe o que pode acontecer: desde a dança ao canto, todas as opções estão em cima da mesa.

E é assim a experiência no Amanruya: sofisticada, intimista… inteira. Este é o 28.º sonho de Adrian Zecha tornado realidade. Os outros 27 estão espalhados pelo mundo cumprindo a visão do fundador do grupo Amanresorts. Todos eles são retiros exclusivos emoldurados por uma paisagem única. O mais novo membro não foge à regra e conquista à primeira vista num amor que, a continuar assim, promete ser eterno.

A visitar

Dydima

Conhecido em todo o mundo como o templo de Apolo, Dydima data do ano 4 a.C. Desde a sua construção que é um ponto de visita obrigatório: primeiro com os gregos que aí rumavam para ouvir o que o Óraculo tinha a dizer, e agora com turistas de todo o mundo que querem ficar a conhecer as ruínas testemunhas de milénios de História.

Priene

Cidade da Grécia Antiga, Priene conserva-se de forma surpreendente desde a sua fundação que se crê ter sido no ano mil a.C. Com templos a Zeus, Deméter e, o mais importante, a Atenas, as ruínas da cidade não são o único atractivo. A moldura de montanhas e rio dão a Priene uma beleza natural que só acrescenta valor à visita.

Passeio de Gulet

Os Gulet são os barcos típicos que passeiam na baía ao largo da cidade de Bodrum. Para quem assiste da costa ao navegar suave destes barcos de dois mastros há uma sensação revivalista que se acende no espírito. E, para quem se deixa levar na viagem, há uma nova perspectiva sobre a baía que é descoberta e uma experiência única para contar mais tarde.

 

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